Data: 16/08/2010

MEMÓRIA

        Lembro-me como se fosse hoje: - 1966. Aprovado em concurso de Juiz em Minas, desisti da nomeação que veio de imediato. Entendi de continuar enfrentando as dificuldades da advocacia. Para o fim do ano vieram as eleições, e colegas de profissão mais experientes, candidatos a Prefeito e Deputado, convenceram-me a ser candidato a vereador, mesmo não dispondo de um centavo para campanha. Entrei para ajudar, sem qualquer perspectiva eleitoral. Acontece que, sem qualquer tipo de material de campanha, acabei sendo o mais votado naquelas eleições. Esta foi uma encruzilhada da vida, em que segui o caminho que não escolhera. Eu desejava entrar por outra porta, entretanto acabei entrando pela que se abriu para mim. Não fui juiz, não fui advogado, tornei-me político, onde me realizei inteiramente.   

           

 

 

 

Data: 11/08/2010

MEMÓRIA

        Lembro-me como se fosse hoje: - 1950. Na véspera da mudança da família para a cidade, eu terminava o último trabalho rural. Já escuro, acabava a empreitada de roçada de pasto. Um trabalho que durou um mês. Nos dois últimos dias, com mudança marcada, tive que levar dois companheiros para terminar a empreitada. Um amigo e meu irmão Zé Delgado, que tinha apenas 11 anos de idade. Nesse último dia, na pressa para concluir a obrigação, atingi o pé do Delgado com a ponta da foice. Ele, criança, chorou muito. Felizmente, o ferimento foi pequeno. No dia seguinte, de madrugada, fomos para a aventura da cidade.

           

 

 

 

Data: 08/08/2010

MEMÓRIA

        Lembro-me como se fosse hoje: - Anos das décadas de 60, 70, 80 e 90. Na noite de Natal, reuníamos a família inteira – irmãos, cunhados, alguns amigos mais próximos – na casa dos meus pais, para a ceia de Natal. Pouco antes da meia noite, mamãe reunia todos em torno do presépio, por ela montado, para celebrar o nascimento de Jesus. Antes e depois das orações, todos em torno de uma grande mesa, alguns sentados outros em pé, saboreávamos a variedade de pratos e, os que gostavam, bebiam cerveja, vinho, cachaça. Alguns elevavam o teor alcoólico e, também, a voz, na conversa sobre banalidades, especialmente, sobre futebol. Ali, naquela grande “roda”, lembrávamos de amigos que não se viam há muito tempo. De vez nem quando, a notícia do falecimento naquele ano de alguém. Quando a notícia vinha do irmão José, o Delgadinho, a forma era: fulano subiu pro andar de cima. Lembrei-me disso porque foi ele que neste dia 6  subiu pro andar de cima. Cumpriu seu tempo de vivente aqui na terra. Esses encontros natalinos, só foram interrompidos quando nossos pais subiram pro andar de cima. São lembranças e saudades que se acumulam.

Data: 04/08/2010

MEMÓRIA

        Lembro-me como se fosse hoje: - 1960. Cursava a segunda série de direito na UFJF, á noite. Naquela época as aulas começavam às 17,30 horas, ainda na Rua Santo Antonio. Eu saia do trabalho às 18,00 e ia correndo pegar o final da primeira aula.

            Certo dia de julho, no final do expediente no emprego, o patrão chamou-me e disse que eu não poderia continuar estudando. A empresa não precisava de advogado. Eu tinha seis anos e meio de tempo de serviço. Meu patrão ofereceu-me várias vantagens, inclusive, significativo aumento de salário. Mas, eu tinha que abandonar o curso de direito, que havia conquistado com grande dificuldade, enfrentando duro vestibular, para o qual me preparara à noite. Para complicar, eu estava noivo. Ficar desempregado, sem ganhar nada, era muito complicado.

            Todavia, não tive a menor dúvida. Larguei o bom emprego e segui minha aventura. Os caminhos foram outros; mas, fiz o que deveria fazer, embora parecesse loucura.

           

 

 

 

Data: 03/08/2010

MEMÓRIA

        Lembro-me como se fosse hoje: 1955. Havia abandonado os estudos. No ano anterior terminara o curso ginasial, primeiro grau de hoje. Matriculei-me no início do ano, no curso científico, segundo grau. Acontece que, meu trabalho era muito duro e me tomava o tempo o dia todo. Não agüentei, dois meses de aula noturna, abandonei os estudos. No fim do ano, por ocasião das formaturas, em noite de um sereno frio, descia a Rua Halfeld, e tive a atenção voltada parta uma vitrine sob marquise. Ali, estava exposto um quadro de formatura da turma de direito daquele ano. Parei à contemplar aquele quadro, instante em que, olhando fixo o retrato do formandos, comprometi-me comigo mesmo: vou formar neste curso. No início do ano seguinte, matriculei-me no curso secundário e, em 1964, o quadro da minha formatura em Direito estava exposto naquela mesma vitrine. Não foi fácil; mas foi muito bom.

 

 

Data: 02/08/2010

MEMÓRIA

        Lembro-me como se fosse hoje: 1950, Fevereiro. Numa madrugada, fria e escura, minha família – pai, mãe, oito filhos, eu o mais velho com 15 anos – embarcava em um caminhão daquele tempo, mãe com o menor no colo, na cabine, pai e os outros na carroceria, além da pouca mudança, deixava a vida de lavradores na roça, no distrito de Torreões, e se dirigia à cidade de Juiz de Fora, para muitos desafios e grandes dificuldades. Uma aventura ao desconhecido, mudou o destino de todos da família.  

Data: 29/07/2010

MEMÓRIA

        Lembro-me como se fosse hoje: 1954. Na mesma hora do jogo Brasil x Hungria, pela copa do mundo, eu estava jogando uma partida no interior de  Cotegipe, área rural, num campo no meio do pasto. Tivemos que passar por debaixo de uma cerca de arame farpado para chegar ao gramado. Ouvimos o resultado da derrota do Brasil por uma radinho de pilha levado pelo dono do time. Tem umas coisas muito simples, que os anos passam e a gente não esquece.

 

Data: 28/07/2010

MEMÓRIA

        Lembro-me como se fosse hoje: 1966. Segundo semestre. Estava feliz no meu escritório de recém-formado, entusiasmado com a advocacia. Tinha feito concurso para Juiz de Direito, em Minas, sido aprovado e nomeado, desistindo da nomeação. Dr. José de Castro Ferreira, brilhante advogado, com quem trabalhava, entendeu que eu deveria candidatar-me a vereador. Eu não queria de forma nenhuma. Dr. José de Castro insistiu, e eu não tive como recusar. Fui candidato e eleito o mais votado da cidade. Surpresa até para mim. Isto mudou o meu caminho. Foi tudo muito bom.

Data: 09/07/2010

COPA DO MUNDO

        Se o “melhor goleiro do mundo”, não tivesse “engolido” aquele “peru”, o Brasil tinha ganho da Holanda, e estaria no final da Copa.  O mesmo time, com as mesmas limitações, sem tirar nem por, estaria sendo decantado pela mídia, como o melhor do mundo.

            Claro que aquele franco mudou o ritmo do jogo. O melhor goleiro, maior garantia do time, é vítima daquela infelicidade, coisa que só pode ser atribuída à falibilidade humana, tocou fundo na psicologia de todos os brasileiros, especialmente, dos que estavam em campo.

            Acontece que “os idiotas da objetividade”, como denunciava Nelson Rodrigues, presos a um realismo burro, só vêem o resultado.

            O pobre negro Barbosa, em 1950, foi crucificado para sempre porque falhou no gol do Uruguai. A “macacada” de auditório do goleiro Júlio César, evita falar no lance decisivo do jogo contra a Holanda, e fica procurando responsáveis. O nosso goleiro, o melhor do mundo até então, falhou. Isso é humano. O que não deve é ficar procurando outros responsáveis, mesmo considerando as limitações de nosso time.

Data: 14/04/2010

ENGANADOR

        Desejava não falar mais, perder tempo, com o maior enganador do futebol moderno, Ronaldinho Gaúcho.

         Se ele fosse importante para seu time, decisivo, ficando o jogo todo naquela pequena faixa do campo, ali pela ponta esquerda, num pedaço menor que 10% do gramado, seria o melhor jogador do mundo em todos os tempos. Teria deixado Pelé para trás. Fez um gol sem querer no Brasil/Inglaterra e nada mais de importante no futebol. Mas, e o Ronaldinho do Barcelona?...Naquele Barcelona quem fazia os gols era o Etho, que fazia com ou sem o impostor, inclusive, continuou fazendo nos times que joga, sem Ronaldinho. Já disse e repito, para brincar com a bola sozinho, sem adversário, só para fazer acrobacia, palhaçada, sem competição, este malabarista é incomparável. No meu time nunca jogava, muito menos agora, que não sai daquela estreita faixa do campo, sem qualquer objetividade. Fica ali, recebe a bola, dá as costas para o adversário, e dá um passinho lateral, de dez em dez jogos acerta um centro mais distante, ou tenta sair pela esquerda, para a linha de fundo, e destro, não consegue melhor jogada com o pé que não é o bom.

       

Data: 09/11/2009

NOSSO CRAQUE

        Zenga é o craque do nosso time de futebol. Ele é o 12* jogador. Fica sempre na reserva, mas decide quando entra no jogo. Com Zenga em campo não há placard em branco. E, todos gostam de ver sua comemoração do gol. Corre para os assistentes, sobe no alambrado, no barrando, beija as pessoas, vira um “paletó sem mangas”. Neste time que raramente perde, joga e Peti, o atleta de mais idade que se conhece por aqui. “Peti”está com 74 anos, e costuma fazer gol olímpico, batendo córner de pé trocado, além de como o Peti verdadeiro, bater todas as faltas próximas da área. Seus cruzamentos são venenosos. Quando está em campo orienta o time. Jogamos sempre nas cidades vizinhas, além das “peladas” aqui em JF. Perdemos muito pouco, mesmo jogando contra time com média de idade muito inferior a do nosso. Quase todos do time jogaram bola quando jovens. Se deixar a gente “tocar” a pelota, adeus!..

            É preciso ver o Zenga narrar um gol seu. A gente “morre” de rir. Nosso time é uma festa.

 

Data: 04/11/2009

CRUZEIRO, O TIME DE FUTEBOL

        Os que me conhecem sabem que sou desportista. Gosto de várias modalidades. Tênis, vôlei, todos os esportes exceto os que usam motor, e especialmente, futebol, que pratico a vida toda.

         Todavia, não tenho dado muita sorte aos times que torço. O VASCO foi parar na segundona. Ainda bem, que vai ser campeão. Algum consolo. Agora, o CRUZEIRO é de doer. Suas datas memoráveis são as das derrotas. Vai, vai, vai ! na hora H, perde. Fui ao mineirão para a “memorável” derrota na libertadores. Entra em parafuso, vai pros últimos lugares no campeonato nacional, recupera-se no segundo turno, parece que vai chegar entre os quatro primeiros. Na hora H, outra vez, perde o jogo para o lanterna, em sua própria casa, nas circunstâncias conhecidas. Outra derrota “memorável”.

         Também com um técnico impassível, sem emoção, fica difícil. A emoção é importante em tudo na vida. E, ainda, com um tal de Welington Paulista, como artilheiro, ninguém vai ser campeão. O time do Cruzeiro é muito racional, previsível, burocrático. Sem emoção na hora decisiva ninguém vence.

 

Data: 14/11/2007

CARA DE CRISE

         A seleção brasileiro de vôlei feminino perde por problema emocional. Tecnicamente, são muito boas; mas, psicologicamente, estão mal. Grande responsável por isso é o técnico Zé Roberto, que conhece tudo de vôlei, contudo, tem o olhar de crise. Costumo dar como exemplo a diferença dele com o Bernardinho do masculino. Este tem o olhar de guerreiro. Transmite força, vontade, tesão, convicção. Já Zé Roberto, quando pede um tempo, parece que vai chorar com aquele olhar pessimista.

            Não adianta passar orientação técnica perfeita porque isto as meninas já têm. O que falta é confiança. É decisão. Um grito e um esporro, às vezes, dá melhor resultado.

Data: 30/10/2007

INJUSTIÇA COM ROGÉRIO CENI

            Já passei dos 70 e acompanho e pratico futebol desde criança. Sou metido a conhecer bastante desse esporte. Para início de conversa, sou palmeirense. Então minha opinião não é torcida clubística.

            O esporte, especialmente, o futebol não perdoa grandes injustiças. Quando o Brasil levou o bom goleiro Waldir Peres, se tivesse levado Raul, em grande forma, teria sido campeão do mundo. Aquela bola de Rossi, frontal, de fora da área, Raul pegava com uma mão só.

            Agora, fazem uma escandalosa injustiça com Rogério Ceni. Ele é o melhor há muito tempo. Hoje, é o melhor goleiro do mundo. A condição que ele dá à defesa de jogar como líbero é um achado. Dificultou, atrasa a bola para ele, e pronto. Pode até sair um lançamento direto para feitura do gol. Mas, esqueçamos disso, deixemos esse plus de lado. Debaixo das traves é o melhor. Ele é tão melhor que os outros, que não permite dúvida.

Data: 01/10/2007

ACONTRCEU O QUE PREVI

            Nos dias que antecederam o jogo final da Copa do Mundo de futebol feminino, previ o fracasso. Ainda mais, achava que Marta iria enterrar o time. Por que ? Em esporte coletivo nada há pior que a individualidade, principalmente, quando há injustiça.

            A Marta, jogadora sensacional, não é melhor para o time que a Formiga, por exemplo. Ela faz as jogadas mais bonitas, dá mais espetáculo; mas, a Formiga é mais regular, joga o jogo todo e todo o campeonato bem.

            Como pode, agora, como prêmio de consolação dar o título de melhor da Copa a Marta, quando ela foi a pior jogadora do jogo decisivo? Perdeu até pênalti, quando, obviamente, não esta marcada por ninguém. Aconteceu, com ela o mesmo que com Ronaldinho. Muito malabarismo e pouco resultado. O craque excepcional, joga melhor na hora da decisão.

Data: 04/05/2007

LIBERTADORES DA AMÉRICA

            Todos que me conhecem mais de perto sabem que eu gosto de esporte, especialmente, de futebol. Pratiquei este esporte a vida inteira. Até hoje ainda bato minha bola.

            Todavia, estamos desapontados com o futebol brasileiro. A copa Libertadores põe a nu a atual fragilidade nossos times. Enquanto estão nas disputas melancólicas dos regionais, no estados, enganam a gente; mas, o confronto com times de Venezuela, Colômbia, México, Paraguai, Equador etc., a coisa fica triste. Levam cada vareio de fazer vergonha. Quando ganham, é um Deus nos acuda.

            Times como Vasco, Cruzeiro – e começo com os meus -, Flamengo, Corintians, Paraná etc., são de doer de ruins. Os jogadores não são nascidos, são fabricados. Não têm a menor aptidão para jogar futebol. É uma vergonha. Muitos deles não pegam meu time de pelada. Qualquer profissional depende da vocação. O sujeito não pode fazer razoavelmente bem aquilo para o que não tem aptidão. Alguns jogadores deveriam estar sendo estivadores, pedreiros, carpinteiros, contadores, advogados, padres, pastores etc.

Quem sabe, fariam bem. É uma desgraça ver um lateral que não sabe centrar nem mesmo bola parada. Não conseguem bater um córner. Hoje, a jogada de bola parada nas laterais da intermediária é mortal. Os times profissionais que só fazem isso, não têm jogador para executar esta jogada. Ando decepcionado.

                              

Data: 18/12/2006

É SÓ JOGAR

            O Internacional lavou a alma do futebol brasileiro. Ensinou como se joga para ganhar. O favorito Barcelona jogou como a nossa seleção na Copa do Mundo. Achou que só a “máscara” ganharia o jogo.

            Muitos me consideram radical; mas insisto, Ronaldinho não é jogador de decisão. Na verdade, faz mais palhaçada do que joga futebol produtivo. Só é considerado melhor do mundo em virtude de violento “markting” e interesse comercial da mídia. Para quem não entende de futebol, sua intimidade com a bola engana muita gente. Penso, inclusive, que para aquele momento antes do jogo, ou no intervalo, em que, ás vezes, aparece no gramado, um malabarista sozinho brincando com a bola, ninguém é melhor que ele.

            Felizmente dessa vez Ronaldinho, que é gaúcho, jogou contra os disciplinados e objetivos gaúchos do INTERNACIONAL.

            PARABÉNS COLORADO, CAMPEÃO DO MUNDO.

           

Data: 04/12/2006

É BOM SER MELHOR DO MUNDO

            Simplesmente sensacional o vôlei do Brasil. O melhor do mundo em todos os tempos. O melhor time coletivo com as melhores individualidades em todas às posições. Na verdade, a premiação não corresponde à realidade. Em todas as posições ninguém é melhor que o brasileiro: Serginho é o melhor líbero do mundo, assim também, Ricardinho, o melhor levantador; Giba e Dante, os melhores alas atacantes; Gustavo e Heler, os melhores meio de rede e André, o melhor oposto do mundo. É mentira quando escalam outros, de outros países, como melhores em qualquer posição.

            O brasileiro para ser melhor, só depende de fazer bem feito, com responsabilidade, organização e disciplina. Este time de vôlei sob o comando do melhor técnico do mundo, Bernardinho, deve ser exemplo para outras atividades em todos os setores.

Data: 17/11/2006

FOI DURO DE AGÜENTAR

 

            Coitadas das meninas do vôlei, “morreram” na praia, já na areia. Depois de uma campanha exemplar, da invencibilidade até o 5º set, vencendo por 13 a 11, entregaram o ouro à Rússia, que colocou as últimas 4 bolas na quadra, num dos poucos descuidos da seleção brasileira. Foi uma madrugada muito sofrida para quem, como eu, assistiu todos os jogos naquele horário boêmio.

            Faltou aquele toque final de paciência e equilíbrio. Parabéns às meninas; mas, aquela derrota doeu lá no fundo. Não deu para dormir naquela madrugada.

Data: 24/07/2006

FORMA DE VIVER

 

            Sou um inveterado desportista. Salvo os esportes motorizados, gosto de todas as modalidades de esporte. Meu esporte preferido é o futebol, que pratico, estudo e entendo, desde muito cedo. Sempre fui “fominha”, e o meu time veteraníssimo perde muito pouco. Tem armação tática específica.

            No futebol, sou radical em algumas coisas. Muitos jogadores de time profissional, ou até de seleção, não jogam no meu time de pelada. A maioria dos técnicos são “maria vai com as outras”. Acho incrível como jogadores, alguns que ganham muito bem, conseguem ser titulares de times de ponta.

            Vejamos o exemplo do Cruzeiro atual. O time é razoável para este futebol medíocre que estamos praticando. Até pode ficar nos primeiros 8 lugares do campeonato em disputa. Não tem brilho mínimo,nem o time nem o técnico, para ser campeão. Como pode ser titular absoluto um atacante ineficiente que não sabe chutar como Gil ? E, como o técnico pode escalar outro atacante,absolutamente,incompetente como o tal de Alecssandro ?  Não é possível que não exista,no plantel,alguém para substituir esse moço. Qualquer um, um zagueiro, um ala, um juvenil, que saiba pelo menos controlar uma bola. E, além de tudo, ainda, deixam ele bater pênalti. Bateria dez e perderia todos. Nasceu para fazer outra coisa, não pode jogar futebol. Este é apenas um exemplo. Existem centenas.

            E a mídia, gente bem remunerada, espaços gigantescos, poucos entendem alguma coisa de futebol. Há comentaristas e narradores que desmentem, solenemente, as imagens da TV. Dizem coisas que nada têm a ver com o jogo. Fazem análises completamente desconectadas do que a gente está vendo. E, alguns são requintados, usam metáforas e comparações as mais estranhas ao que estão tratando.

            Na verdade, é um maravilhoso e milionário mundo onde gira muito dinheiro, e onde se engana muita gente. É mais um mundo da fantasia.