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Data: 17/10/2018
AS DIFDICULDADES DA DEMOCRACIA

AS DIFDICULDADES DA DEMOCRACIA

          Vem de longe a luta da democracia contra os oportunistas. Já o sempre citado Aristóteles, da Grécia de tanta história, afirmava que “as democracias são mais comumente corrompidas pela insolência dos demagogos.”

          Recordemos da República de Weimar, na Alemanha, entre 1919 a 1933, que precedeu a ascensão  de Hitler, e a implantação do nazismo, de tão graves e horríveis  histórias de terríveis atrocidades contra o ser humano.

          Nada mais similar com a república de Weimar do que nossa pobre república desses últimos anos.

É sintomático, e rigorosamente compatíveis com o que vem ocorrendo em nosso País nos dias atuais, de outubro de 2018.

          Ao ver me assusta o slogan de campanha, que acabou levando Hitler ao poder: ELEJA HIDENBURGO, ELEJA O MELHOR, ELE NÃO É SUBSERVIENTE A NENHUM PARTIDO, ELE SEGUE APENAS A DEUS E A SUA CONSCIÊNCIA.” Foi daí que nasceu Hitler e seu nazismo.

          Foi com Hidenburgo, que Hitler se tornou chanceler e implantou o nazismo.

          Não é, rigorosamente, não é, a cara, ou, se desejarem, fisionomia de mau, de violento, de palmatória do mundo, que conduz um grande País ao bem estar de sua gente.

          Nestas circunstâncias , o povo se transforma em massa, e a massificação muda a vontade, o destino, servindo aos desígnios de aproveitadores e oportunistas. A motivação do voto é mais contra o adversário, transformado em inimigo, do que a favor de qualquer coisa, a quem se propõe a enfrentar tantas dificuldades no governo desta nossa república.

 Gostava de ver JK, o “pé de valsa”, dançando de par com jovem do povo.  

          A história repete, de  forma assustadora, essas medidas de violência e arbitrariedade sob o pretexto de combate à corrupção. Isto, no mundo inteiro. E, o que é muito grave, não se toma a consciência, mesmo diante de todos os exemplos, que a solução nunca está com a espada. Não é com o ódio, e sim com o amor, que se pode encontrar o melhor caminho. Também não é com a esperança de milagre.  

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Data: 28/09/2018
TODO CUIDADO É POUCO

         Paulo Roberto Nunes Guedes – o banqueiro , economista Paulo Guedes, assessor econômico de Bolsonaro, seu futuro Ministro da Fazenda, caso seja eleito, é filhote dos Chicagoboys , os “garotos de Chicago”.  Famoso economista, professor americano, de Chicago, Milton Friedman, prêmio  Nobel de economia, por ter criado a escola monetarista e defendido o neoliberalismo. Os “garotos de Chicago”, alunos mais brilhantes de Friedman, foram mandados para vários países, com a incumbência de implantar o neoliberalismo, o estado mínimo e o livre mercado.

         Paradoxal é o fato de não alcançarem qualquer êxito nos estados grandes e fortes. O movimento nasceu, como se vê, nos EUA, e, lá o Estado ficou cada vês maior. No grande e forte estado Alemão, nem chegaram. A China, a União Soviética e, posteriormente, a Rússia, no Japão, não foram por motivos óbvios. Nesses países o Estado regula o “livre mercado”, e não se fala em “estado mínimo”.

         A teoria de Milton Friedman, foi levada para os países  mais pobres pelos “garotos”. Nos estados fortes não ameaçaram. Cada dia, ficaram mais fortes, Os EUA são o melhor exemplo. Nixon e Reagan, no período, continuaram controlando a economia e fortalecendo o Estado. O livre mercado está submetido ao controle estatal.

         A Inglaterra, com Margaret Thatcher , iludida pela teoria de Friedman, experimentou um retrocesso histórico, com enorme repercussão na história inglesa.

         A América Latina sofreu enorme agressão com Augusto Pinochet , no Chile; Jorge Vidella, na Argentina;  Alberto Fugimori, no Peru.

         O Brasil sofre até hoje as conseqüências, e sustenta o debate da teoria neoliberal. Os militares, cautelosos neste ponto, mesmo aconselhados pelo Dr. Roberto Campos e seus discípulos, não permitiram grande avanço do neoliberalismo, resistentes à conversa do Estado mínimo e do livre mercado. Contudo, nossa democracia sofre com os defensores dessa ideologia entreguista, mesmo com o fato de os estados nacionais,  grandes e fortes, não aceitarem a teoria, até mesmo o pai da idéia, os EUA. Eles, cada vez, maiores e mais fortes, e  nós mínimos e menores. E, nossa gente, mesmo de boas famílias, defende esses suicídios.

         Aqui, não se combate a iniciativa privada, o que se defende é o controle estatal da economia. A parceria público/privada é a melhor ação na economia, desde que o Estado regule a atividade, aliás, como fazem os mais bem sucedidos.

         Ente nós, os tupiniquins,  quando se fala em tributar “transações financeiras”nos moldes sugeridos por James Tobin,Professor da Universidade de Yale, largamente laureado,  comete-se um sacrilégio. Nada dá tanto lucro como Banco. Os bancos são o instrumento do neoliberalismo. Em conluio com os poderosos da grande empresa, beneficiam os mais ricos e generaliza a pobreza da imensa maioria. Querem privatizar tudo, em especial para os países dominadores.

         Educação e cultura, saúde, segurança, transporte, energia são dever do Estado e direito do cidadão. Como o Estado mínimo do neoliberalismo vai assegurar esses direitos, com toda a atividade rentável nas mãos das empresas privadas ? Só “os macacos”dos países mais pobres vão nesse papo.

 

 

 

 

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Data: 20/09/2018
eleições

ELEIÇÕES                                                            20.09.18

         Poucos dias para as eleições, com absoluto destaque para as Presidenciais. Devem estar no segundo turno Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Parece estar definido.

         Este espaço da mídia social da internet mudou a forma de campanha eleitoral. A chamada grande mídia perdeu força. Na internet pessoas muito despreparadas, mas audaciosas, passaram a levar suas opiniões, as mais irracionais, ao “mundo inteiro”. Rebatem as melhores idéias com absoluta audácia. Fala besteira com total desembaraço. Contestam opiniões sensatas, sem qualquer constrangimento.

         Os candidatos mais preparados, intelectualmente, não puderam concorrer com as “loucuras”. Longe de qualquer posição política ou ideológica, os mais bem informados, preparados para governar, Ciro Gomes, Marina Silva, Henrique Meirelles, Álvaro Dias e Geraldo Alckmin, foram sufocados pela grosseria da campanha. Devem estar na disputa da segundo turno, os piores, mais despreparados, candidatos. Não há ambiente político/social para uma escolha racional. Com o absoluto desgoverno destes últimos anos, a feira de partidos políticos sem qualquer posição programática, verdadeiras “barracas de feira livre”, formaram um ambiente negativo de qualquer conteúdo político-ideológico.

         A democracia, no Brasil, passa por grave crise. O atual período eleitoral vive uma descrença geral. Parcela considerável da população está apostando no “quanto pior, melhor”. O papel da mídia, inclusive e, principalmente, a da internet, desacredita todos os cidadãos. O foco principal no combate à  corrupção conduz as pessoas, com a promessa de que se está acabando com a praga, a acreditarem que só aqui o combate não está dando resultado. Não se tem consciência que esta praga existe e sempre existiu no mundo inteiro. Combater a corrupção é dever de todos os homens de bem; mas, aí não há salvador da pátria.   

         Aqui, o adversário político virou inimigo figadal. Estamos assistindo a esperança se esvair. E, um povo sem esperança é um povo sem futuro.

        

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Data: 13/08/2018
NÃO A VIOLENCIA

NÃO A VIOLÊNCIA

         Jamais, em qualquer tempo, no passar da história universal, o Estado policialesco encontrou qualquer ponto positivo. Sempre deixou sua marca de destruição e de injustiça.

         Podemos buscar exemplos no andar da história. Desde os primórdios da civilização, os momentos pacíficos  sempre foram os melhores para a vida humana. Em poucos exemplos, podemos citar períodos de avanços civilizatórios e líderes consagrados: desde tempos a.C. o que se tem de história, é marcado pela importância de ser pacífico. Os grandes pensadores, filósofos, religiosos e líderes deixam clara a opção contra a violência na vida de todas as gerações.

         Gregos e romanos, foram importantes os que sobressaíram como líderes pacíficos. Para citar poucos perdidos em curto período histórico, Tales de Mileto, Sócrates, Platão, Aristóteles, Gandy, Lincoln, Martin Luther King, Jesus, São Francisco de Assis, Mandela. São tantos que não se permite citar, a não ser como arbitrário exemplo.

         Os que operaram na violência, para citar apenas alguns muito próximos de nós, no correr do século XX,  lembremo-nos de Hitler, Mussolini, Stalin, vários ditadores, que marcaram a história com sangue e lágrimas. Não são saudados por algo de positivo para toda humanidade. Marcaram suas vidas pelo sangue dos semelhantes. Toda ditadura se impõe pela força da violência. Os períodos de anormalidade são filhos da violência, enquanto a normalidade é guiada pela paz.

         A violência é sempre desprezível. O Estado violento é sempre dominante em criminalidade. É só observar na história de todos os tempos. Não se combate o crime com violência. A ação pacificadora, o diálogo, o fim da guerra, a anistia, levam à paz, desarmam os espíritos. Educar é melhor que espancar.

         Meu velho pai sempre me ensinou que quando duas pessoas se desentendem, e se dispõem a discutir, aquela que agride fisicamente a outra, é a que está sem razão. A violência é inimiga da razão. É a tentativa de resolver pela força a questão que se coloca para solução. É expressão de desespero.

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Data: 13/08/2018
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Data: 13/08/2018
NÃO A VIOLENCIA

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Data: 26/07/2018
CONTRADIÇÕES POLÍTICAS

A política vive um período de grandes contradições entre  nós. O pragmatismo fisiológico predomina nas coligações partidárias, mais que nunca. Não importa mais os compromissos  programáticos e ideológicos. Só se pensa no resultado eleitoral na formulação das coligações. Vale tudo para ganhar as eleições. Os princípios  da governabilidade são desprezíveis.

         Não foi sempre assim. Lembro-me bem, não faz tanto tempo, 37 anos, fui o relator perante o Diretório Nacional do PMDB, do pedido de filiação de Janio Quadros, ex-presidente e grande líder em São Paulo. Sob o aspecto eleitoral, não havia dúvida, o Partido ganharia muito. Contudo, meu relatório foi aprovado por imensa maioria, e o grande ganhador de eleições foi impedido de filiar-se ao PMDB, porque não dava importância ao programa partidário. Está  no livro de  minha autoria, A história de um REBELDE.

         Isto serve para provar que sempre respeitei o programa partidário. Não se pode, para ganhar eleições, rasgar o programa e compromisso partidários.

         Hoje, estão misturando joio com trigo da fábula bíblica. Abandona-se  princípios e compromissos, misturam Bons e Maus na luta do Poder pelo Poder. Na hora da colheita, a mistura do bem com o mal, produz um produto contaminado, cheio de impurezas e de vícios. A governança chega a isto que estamos assistindo, o predomínio da bandidagem. Na política, vem prevalecendo o desrespeito à vontade do povo. Vale tudo nas eleições e vale tudo no exercício do governo.

                É preciso uma grande e estrutural reforma dos métodos e dos princípios para a separação do trigo. É fundamental combater o joio.

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Data: 12/06/2018
CORRUPÇÃO: DESDE SEMPRE

CORRUPÇÃO: DESDE SEMPRE                 

         A corrupção acontece desde sempre. É inerente ao ser humano, uma marca negativa, em todos os tempos e por toda humanidade. Não há nenhuma sociedade humana isenta desse mal. É antítese do bem na dicotomia o bem e o mal.

         Por isso, é bom não se iludir com processos midiáticos como o da lava jato. Ninguém inventou nada aí, como se iludem o juiz Sérgio Moro e seus seguidores. Desde sempre, um exemplo contemporâneo, já em meados do século XIX, registra o profundo conhecedor do assunto, KURT RUDOLF MIROU, no livro sob o título, A DITADURA DOS CARTÉIS – (Anatomia de um subdesenvolvimento), o Moro americano, Ganey, afirmava: “estamos diante de um exemplo chocante de procedimento criminoso de vastos setores de nossa economia. O que está em jogo é o nosso sistema econômico de livre iniciativa.” Falava isto no combate ao suborno e propina amplamente praticados na formação de cartéis, trustes e holdings, comandados pela gigante General Electric – GE, a Odebrecht daqueles tempos, nos negócios de eletro-eletrônicos.

         É bom deixar claro, de vez, que no caso da lava jato, a vítima foi a Petrobrás, a maior estatal brasileira, e uma das maiores do mundo, que se submeteu à corrupção ativa de grandes empresários, e a corrupção passiva de seus funcionários e de políticos. Os empresários, usando criminosamente da Petrobrás, pagavam propinas e subornavam funcionários – corrupção ativa.  Políticos e funcionários recebiam propinas e suborno – corrupção passiva.

         Por tudo isso, é fundamental que se puna, com severidade, os culpados por tais desatinos, mas, também, é preciso que não se considerem “os donos da verdade” e se transformem em “salvadores da pátria”. São fatos negativos da história, e que não serão extintos de nossas vidas. É preciso estar sempre alerta. A mídia, mais que em qualquer época da história, coloca toda a sociedade como suspeita, e escandaliza qualquer indício de crime, mesmo antes de qualquer apuração legal. Inverteu-se a presunção da inocência e, hoje, todo mundo é culpado até que prove o contrário. A corrupção é um mal que precisa ser punido com energia, e só não é pior do que a presunção da culpabilidade. A imensa maioria da sociedade é honesta, vive com os recursos de seu trabalho, e sofre com acusações precipitadas. É preciso considerar que nada é mais constrangedor para um pai ou mãe de família honestos serem acusados de um crime contra sua honra. Ninguém tem o direito de citar o nome de um honrado, antes de provada sua culpa. Isto é o que vem ocorrendo na mídia burguesa e sensacionalista.

         Está, ainda, na obra citada nesta página: “A ética comercial tradicional dos brasileiros (e tão-somente dos brasileiros) impediu-os até o presente momento de invocar o Código Penal e qualquer outra legislação concernente em defesa de seus legítimos interesses e da Segurança Nacional, contra a desenvoltura dos aventureiros multinacionais de seus local White help, ajudantes locais, inocentes úteis, no processo de expropriação e empobrecimento do País.”

         Mais que isso, e além disso, ao lado de citação de inocentes, por simples indícios, assistimos ao “carnaval” de julgamento com forte grau de partidarização política da justiça. O Ministério Público - MP, politizado escancara suas preferências políticas, fazendo-o mais parcial do que é admissível ser, e o Judiciário, mais do que pode ser, perde a imparcialidade própria do magistrado, e julga com forte conteúdo ideológico, e cheio de parcialidade. Estão “encantados”.

         É paradoxal que, justamente nestes nossos dias, quando a Polícia, o Ministério Público e o Judiciário utilizam tantos meios, legais ou não, de ação punitiva, o crime contra a vida e contra o patrimônio, alcança níveis insuportáveis. A utilização, por essas instituições, da CONDUÇÃO COERCITIVA, que consiste em levar à presença do Juiz, alguém que jamais foi intimado, preso ilegalmente, antes de ser julgado; da PRISÃO PREVENTIVA, que mantém preso, por tempo indeterminado, alguém que está sendo investigado, antes de qualquer julgamento; PRISÃO TEMPORÁRIA, por determinado tempo, antes de qualquer julgamento, em divido processo legal; DELAÇÃO PREMIADA, acordo entre a autoridade e o bandido, para que este, aponte crimes e autores. Toda essa parafernália investigativa não tem contribuído para a redução da criminalidade, pelo  contrário. “Há algo de podre no reino da Dinamarca”, desculpem, do Brasil.

        

 

CORRUPÇÃO: DESDE SEMPRE                 

         A corrupção acontece desde sempre. É inerente ao ser humano, uma marca negativa, em todos os tempos e por toda humanidade. Não há nenhuma sociedade humana isenta desse mal. É antítese do bem na dicotomia o bem e o mal.

         Por isso, é bom não se iludir com processos midiáticos como o da lava jato. Ninguém inventou nada aí, como se iludem o juiz Sérgio Moro e seus seguidores. Desde sempre, um exemplo contemporâneo, já em meados do século XIX, registra o profundo conhecedor do assunto, KURT RUDOLF MIROU, no livro sob o título, A DITADURA DOS CARTÉIS – (Anatomia de um subdesenvolvimento), o Moro americano, Ganey, afirmava: “estamos diante de um exemplo chocante de procedimento criminoso de vastos setores de nossa economia. O que está em jogo é o nosso sistema econômico de livre iniciativa.” Falava isto no combate ao suborno e propina amplamente praticados na formação de cartéis, trustes e holdings, comandados pela gigante General Electric – GE, a Odebrecht daqueles tempos, nos negócios de eletro-eletrônicos.

         É bom deixar claro, de vez, que no caso da lava jato, a vítima foi a Petrobrás, a maior estatal brasileira, e uma das maiores do mundo, que se submeteu à corrupção ativa de grandes empresários, e a corrupção passiva de seus funcionários e de políticos. Os empresários, usando criminosamente da Petrobrás, pagavam propinas e subornavam funcionários – corrupção ativa.  Políticos e funcionários recebiam propinas e suborno – corrupção passiva.

         Por tudo isso, é fundamental que se puna, com severidade, os culpados por tais desatinos, mas, também, é preciso que não se considerem “os donos da verdade” e se transformem em “salvadores da pátria”. São fatos negativos da história, e que não serão extintos de nossas vidas. É preciso estar sempre alerta. A mídia, mais que em qualquer época da história, coloca toda a sociedade como suspeita, e escandaliza qualquer indício de crime, mesmo antes de qualquer apuração legal. Inverteu-se a presunção da inocência e, hoje, todo mundo é culpado até que prove o contrário. A corrupção é um mal que precisa ser punido com energia, e só não é pior do que a presunção da culpabilidade. A imensa maioria da sociedade é honesta, vive com os recursos de seu trabalho, e sofre com acusações precipitadas. É preciso considerar que nada é mais constrangedor para um pai ou mãe de família honestos serem acusados de um crime contra sua honra. Ninguém tem o direito de citar o nome de um honrado, antes de provada sua culpa. Isto é o que vem ocorrendo na mídia burguesa e sensacionalista.

         Está, ainda, na obra citada nesta página: “A ética comercial tradicional dos brasileiros (e tão-somente dos brasileiros) impediu-os até o presente momento de invocar o Código Penal e qualquer outra legislação concernente em defesa de seus legítimos interesses e da Segurança Nacional, contra a desenvoltura dos aventureiros multinacionais de seus local White help, ajudantes locais, inocentes úteis, no processo de expropriação e empobrecimento do País.”

         Mais que isso, e além disso, ao lado de citação de inocentes, por simples indícios, assistimos ao “carnaval” de julgamento com forte grau de partidarização política da justiça. O Ministério Público - MP, politizado escancara suas preferências políticas, fazendo-o mais parcial do que é admissível ser, e o Judiciário, mais do que pode ser, perde a imparcialidade própria do magistrado, e julga com forte conteúdo ideológico, e cheio de parcialidade. Estão “encantados”.

         É paradoxal que, justamente nestes nossos dias, quando a Polícia, o Ministério Público e o Judiciário utilizam tantos meios, legais ou não, de ação punitiva, o crime contra a vida e contra o patrimônio, alcança níveis insuportáveis. A utilização, por essas instituições, da CONDUÇÃO COERCITIVA, que consiste em levar à presença do Juiz, alguém que jamais foi intimado, preso ilegalmente, antes de ser julgado; da PRISÃO PREVENTIVA, que mantém preso, por tempo indeterminado, alguém que está sendo investigado, antes de qualquer julgamento; PRISÃO TEMPORÁRIA, por determinado tempo, antes de qualquer julgamento, em divido processo legal; DELAÇÃO PREMIADA, acordo entre a autoridade e o bandido, para que este, aponte crimes e autores. Toda essa parafernália investigativa não tem contribuído para a redução da criminalidade, pelo  contrário. “Há algo de podre no reino da Dinamarca”, desculpem, do Brasil.

        

 

 

 

 

CORRUPÇÃO: DESDE SEMPRE                 

         A corrupção acontece desde sempre. É inerente ao ser humano, uma marca negativa, em todos os tempos e por toda humanidade. Não há nenhuma sociedade humana isenta desse mal. É antítese do bem na dicotomia o bem e o mal.

         Por isso, é bom não se iludir com processos midiáticos como o da lava jato. Ninguém inventou nada aí, como se iludem o juiz Sérgio Moro e seus seguidores. Desde sempre, um exemplo contemporâneo, já em meados do século XIX, registra o profundo conhecedor do assunto, KURT RUDOLF MIROU, no livro sob o título, A DITADURA DOS CARTÉIS – (Anatomia de um subdesenvolvimento), o Moro americano, Ganey, afirmava: “estamos diante de um exemplo chocante de procedimento criminoso de vastos setores de nossa economia. O que está em jogo é o nosso sistema econômico de livre iniciativa.” Falava isto no combate ao suborno e propina amplamente praticados na formação de cartéis, trustes e holdings, comandados pela gigante General Electric – GE, a Odebrecht daqueles tempos, nos negócios de eletro-eletrônicos.

         É bom deixar claro, de vez, que no caso da lava jato, a vítima foi a Petrobrás, a maior estatal brasileira, e uma das maiores do mundo, que se submeteu à corrupção ativa de grandes empresários, e a corrupção passiva de seus funcionários e de políticos. Os empresários, usando criminosamente da Petrobrás, pagavam propinas e subornavam funcionários – corrupção ativa.  Políticos e funcionários recebiam propinas e suborno – corrupção passiva.

         Por tudo isso, é fundamental que se puna, com severidade, os culpados por tais desatinos, mas, também, é preciso que não se considerem “os donos da verdade” e se transformem em “salvadores da pátria”. São fatos negativos da história, e que não serão extintos de nossas vidas. É preciso estar sempre alerta. A mídia, mais que em qualquer época da história, coloca toda a sociedade como suspeita, e escandaliza qualquer indício de crime, mesmo antes de qualquer apuração legal. Inverteu-se a presunção da inocência e, hoje, todo mundo é culpado até que prove o contrário. A corrupção é um mal que precisa ser punido com energia, e só não é pior do que a presunção da culpabilidade. A imensa maioria da sociedade é honesta, vive com os recursos de seu trabalho, e sofre com acusações precipitadas. É preciso considerar que nada é mais constrangedor para um pai ou mãe de família honestos serem acusados de um crime contra sua honra. Ninguém tem o direito de citar o nome de um honrado, antes de provada sua culpa. Isto é o que vem ocorrendo na mídia burguesa e sensacionalista.

         Está, ainda, na obra citada nesta página: “A ética comercial tradicional dos brasileiros (e tão-somente dos brasileiros) impediu-os até o presente momento de invocar o Código Penal e qualquer outra legislação concernente em defesa de seus legítimos interesses e da Segurança Nacional, contra a desenvoltura dos aventureiros multinacionais de seus local White help, ajudantes locais, inocentes úteis, no processo de expropriação e empobrecimento do País.”

         Mais que isso, e além disso, ao lado de citação de inocentes, por simples indícios, assistimos ao “carnaval” de julgamento com forte grau de partidarização política da justiça. O Ministério Público - MP, politizado escancara suas preferências políticas, fazendo-o mais parcial do que é admissível ser, e o Judiciário, mais do que pode ser, perde a imparcialidade própria do magistrado, e julga com forte conteúdo ideológico, e cheio de parcialidade. Estão “encantados”.

         É paradoxal que, justamente nestes nossos dias, quando a Polícia, o Ministério Público e o Judiciário utilizam tantos meios, legais ou não, de ação punitiva, o crime contra a vida e contra o patrimônio, alcança níveis insuportáveis. A utilização, por essas instituições, da CONDUÇÃO COERCITIVA, que consiste em levar à presença do Juiz, alguém que jamais foi intimado, preso ilegalmente, antes de ser julgado; da PRISÃO PREVENTIVA, que mantém preso, por tempo indeterminado, alguém que está sendo investigado, antes de qualquer julgamento; PRISÃO TEMPORÁRIA, por determinado tempo, antes de qualquer julgamento, em divido processo legal; DELAÇÃO PREMIADA, acordo entre a autoridade e o bandido, para que este, aponte crimes e autores. Toda essa parafernália investigativa não tem contribuído para a redução da criminalidade, pelo  contrário. “Há algo de podre no reino da Dinamarca”, desculpem, do Brasil.

        

 

 

 

 

 

 

 

CORRUPÇÃO: DESDE SEMPRE                 

         A corrupção acontece desde sempre. É inerente ao ser humano, uma marca negativa, em todos os tempos e por toda humanidade. Não há nenhuma sociedade humana isenta desse mal. É antítese do bem na dicotomia o bem e o mal.

         Por isso, é bom não se iludir com processos midiáticos como o da lava jato. Ninguém inventou nada aí, como se iludem o juiz Sérgio Moro e seus seguidores. Desde sempre, um exemplo contemporâneo, já em meados do século XIX, registra o profundo conhecedor do assunto, KURT RUDOLF MIROU, no livro sob o título, A DITADURA DOS CARTÉIS – (Anatomia de um subdesenvolvimento), o Moro americano, Ganey, afirmava: “estamos diante de um exemplo chocante de procedimento criminoso de vastos setores de nossa economia. O que está em jogo é o nosso sistema econômico de livre iniciativa.” Falava isto no combate ao suborno e propina amplamente praticados na formação de cartéis, trustes e holdings, comandados pela gigante General Electric – GE, a Odebrecht daqueles tempos, nos negócios de eletro-eletrônicos.

         É bom deixar claro, de vez, que no caso da lava jato, a vítima foi a Petrobrás, a maior estatal brasileira, e uma das maiores do mundo, que se submeteu à corrupção ativa de grandes empresários, e a corrupção passiva de seus funcionários e de políticos. Os empresários, usando criminosamente da Petrobrás, pagavam propinas e subornavam funcionários – corrupção ativa.  Políticos e funcionários recebiam propinas e suborno – corrupção passiva.

         Por tudo isso, é fundamental que se puna, com severidade, os culpados por tais desatinos, mas, também, é preciso que não se considerem “os donos da verdade” e se transformem em “salvadores da pátria”. São fatos negativos da história, e que não serão extintos de nossas vidas. É preciso estar sempre alerta. A mídia, mais que em qualquer época da história, coloca toda a sociedade como suspeita, e escandaliza qualquer indício de crime, mesmo antes de qualquer apuração legal. Inverteu-se a presunção da inocência e, hoje, todo mundo é culpado até que prove o contrário. A corrupção é um mal que precisa ser punido com energia, e só não é pior do que a presunção da culpabilidade. A imensa maioria da sociedade é honesta, vive com os recursos de seu trabalho, e sofre com acusações precipitadas. É preciso considerar que nada é mais constrangedor para um pai ou mãe de família honestos serem acusados de um crime contra sua honra. Ninguém tem o direito de citar o nome de um honrado, antes de provada sua culpa. Isto é o que vem ocorrendo na mídia burguesa e sensacionalista.

         Está, ainda, na obra citada nesta página: “A ética comercial tradicional dos brasileiros (e tão-somente dos brasileiros) impediu-os até o presente momento de invocar o Código Penal e qualquer outra legislação concernente em defesa de seus legítimos interesses e da Segurança Nacional, contra a desenvoltura dos aventureiros multinacionais de seus local White help, ajudantes locais, inocentes úteis, no processo de expropriação e empobrecimento do País.”

         Mais que isso, e além disso, ao lado de citação de inocentes, por simples indícios, assistimos ao “carnaval” de julgamento com forte grau de partidarização política da justiça. O Ministério Público - MP, politizado escancara suas preferências políticas, fazendo-o mais parcial do que é admissível ser, e o Judiciário, mais do que pode ser, perde a imparcialidade própria do magistrado, e julga com forte conteúdo ideológico, e cheio de parcialidade. Estão “encantados”.

         É paradoxal que, justamente nestes nossos dias, quando a Polícia, o Ministério Público e o Judiciário utilizam tantos meios, legais ou não, de ação punitiva, o crime contra a vida e contra o patrimônio, alcança níveis insuportáveis. A utilização, por essas instituições, da CONDUÇÃO COERCITIVA, que consiste em levar à presença do Juiz, alguém que jamais foi intimado, preso ilegalmente, antes de ser julgado; da PRISÃO PREVENTIVA, que mantém preso, por tempo indeterminado, alguém que está sendo investigado, antes de qualquer julgamento; PRISÃO TEMPORÁRIA, por determinado tempo, antes de qualquer julgamento, em divido processo legal; DELAÇÃO PREMIADA, acordo entre a autoridade e o bandido, para que este, aponte crimes e autores. Toda essa parafernália investigativa não tem contribuído para a redução da criminalidade, pelo  contrário. “Há algo de podre no reino da Dinamarca”, desculpem, do Brasil.

        

 

 

 

 

CORRUPÇÃO: DESDE SEMPRE                 

         A corrupção acontece desde sempre. É inerente ao ser humano, uma marca negativa, em todos os tempos e por toda humanidade. Não há nenhuma sociedade humana isenta desse mal. É antítese do bem na dicotomia o bem e o mal.

         Por isso, é bom não se iludir com processos midiáticos como o da lava jato. Ninguém inventou nada aí, como se iludem o juiz Sérgio Moro e seus seguidores. Desde sempre, um exemplo contemporâneo, já em meados do século XIX, registra o profundo conhecedor do assunto, KURT RUDOLF MIROU, no livro sob o título, A DITADURA DOS CARTÉIS – (Anatomia de um subdesenvolvimento), o Moro americano, Ganey, afirmava: “estamos diante de um exemplo chocante de procedimento criminoso de vastos setores de nossa economia. O que está em jogo é o nosso sistema econômico de livre iniciativa.” Falava isto no combate ao suborno e propina amplamente praticados na formação de cartéis, trustes e holdings, comandados pela gigante General Electric – GE, a Odebrecht daqueles tempos, nos negócios de eletro-eletrônicos.

         É bom deixar claro, de vez, que no caso da lava jato, a vítima foi a Petrobrás, a maior estatal brasileira, e uma das maiores do mundo, que se submeteu à corrupção ativa de grandes empresários, e a corrupção passiva de seus funcionários e de políticos. Os empresários, usando criminosamente da Petrobrás, pagavam propinas e subornavam funcionários – corrupção ativa.  Políticos e funcionários recebiam propinas e suborno – corrupção passiva.

         Por tudo isso, é fundamental que se puna, com severidade, os culpados por tais desatinos, mas, também, é preciso que não se considerem “os donos da verdade” e se transformem em “salvadores da pátria”. São fatos negativos da história, e que não serão extintos de nossas vidas. É preciso estar sempre alerta. A mídia, mais que em qualquer época da história, coloca toda a sociedade como suspeita, e escandaliza qualquer indício de crime, mesmo antes de qualquer apuração legal. Inverteu-se a presunção da inocência e, hoje, todo mundo é culpado até que prove o contrário. A corrupção é um mal que precisa ser punido com energia, e só não é pior do que a presunção da culpabilidade. A imensa maioria da sociedade é honesta, vive com os recursos de seu trabalho, e sofre com acusações precipitadas. É preciso considerar que nada é mais constrangedor para um pai ou mãe de família honestos serem acusados de um crime contra sua honra. Ninguém tem o direito de citar o nome de um honrado, antes de provada sua culpa. Isto é o que vem ocorrendo na mídia burguesa e sensacionalista.

         Está, ainda, na obra citada nesta página: “A ética comercial tradicional dos brasileiros (e tão-somente dos brasileiros) impediu-os até o presente momento de invocar o Código Penal e qualquer outra legislação concernente em defesa de seus legítimos interesses e da Segurança Nacional, contra a desenvoltura dos aventureiros multinacionais de seus local White help, ajudantes locais, inocentes úteis, no processo de expropriação e empobrecimento do País.”

         Mais que isso, e além disso, ao lado de citação de inocentes, por simples indícios, assistimos ao “carnaval” de julgamento com forte grau de partidarização política da justiça. O Ministério Público - MP, politizado escancara suas preferências políticas, fazendo-o mais parcial do que é admissível ser, e o Judiciário, mais do que pode ser, perde a imparcialidade própria do magistrado, e julga com forte conteúdo ideológico, e cheio de parcialidade. Estão “encantados”.

         É paradoxal que, justamente nestes nossos dias, quando a Polícia, o Ministério Público e o Judiciário utilizam tantos meios, legais ou não, de ação punitiva, o crime contra a vida e contra o patrimônio, alcança níveis insuportáveis. A utilização, por essas instituições, da CONDUÇÃO COERCITIVA, que consiste em levar à presença do Juiz, alguém que jamais foi intimado, preso ilegalmente, antes de ser julgado; da PRISÃO PREVENTIVA, que mantém preso, por tempo indeterminado, alguém que está sendo investigado, antes de qualquer julgamento; PRISÃO TEMPORÁRIA, por determinado tempo, antes de qualquer julgamento, em divido processo legal; DELAÇÃO PREMIADA, acordo entre a autoridade e o bandido, para que este, aponte crimes e autores. Toda essa parafernália investigativa não tem contribuído para a redução da criminalidade, pelo  contrário. “Há algo de podre no reino da Dinamarca”, desculpem, do Brasil.

        

 

 

 

 

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